Greve Geral

No dia 11 de novembro, haverá o “Dia Nacional de Greve e Paralisação”, que chamará a atenção do País para os riscos que corre a classe trabalhadora com o avanço da reforma da Previdência e Trabalhista no Congresso Nacional.

As recentes medidas anunciadas pelo governo golpista, aprovadas ou, em tramitação no Congresso Nacional – como a PEC 241 e a MP do Ensino Médio, por exemplo – apontam para o único caminho: retirar direitos da classe trabalhadora, arrochar salários, privatizar empresas e serviços públicos, entregar nossas riquezas à exploração das multinacionais, diminuir drasticamente os investimentos em serviços públicos essenciais, como educação e saúde, e fazer a reforma da previdência.

Essas iniciativas de caráter neoliberal e capitalista do governo interino de Michel Temer, com o apoio da Mídia Golpista, do Poder Judiciário e dos empresários trazem graves prejuízos à classe trabalhadora, aumenta o desemprego, com a usurpação de direitos trabalhistas às custas de uma política regressiva e autoritária de ajuste fiscal. Já denunciamos que o verdadeiro objetivo do golpe é a retirada de recursos de setores essenciais à sociedade, como forma de pagamento da dívida pública; os empresários, banqueiros e multinacionais que, além de apoiarem, participaram ativamente do impeachment ilegal da presidente Dilma estão sendo generosamente recompensados pelo governo interino de Temer.

A forma da classe trabalhadora organizada reagir a esses desmandos e retrocessos é a mobilização e a luta unitária. E esta luta passa pela greve como arma para enfrentar e barrar a agenda do governo golpista contrária aos interesses dos/as trabalhadores/as, das mulheres, da agricultura familiar e dos setores mais pobres da população brasileira.

As palavras de ordem que orientam a participação da CUT, dos movimentos sociais, sindicais, populares e partidos políticos de esquerda no “Dia Nacional de Greve e Paralisação” 11 de novembro são:

Não à PEC 241 e ao PL 257
Não à Reforma da Previdência
Não à MP do Ensino Médio
Não à terceirização, à prevalência do negociado sobre o legislado e à flexibilização do contrato de trabalho

Em defesa da Petrobrás, do Pré-Sal e da soberania nacional
Vamos à luta por NENHUM DIREITO A MENOS!

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